A CMB e a CMV assinaram o protocolo que vai permitir a construção da estrada que vai ligar Selmes, Pedrogão, Baleizão, Beja.
A estrada vai encurtar a distancia entre Beja e Moura em 15 Km, e vai servir os agricultores desta região, desenvolver o turismo e servir as populações que diáriamente atravessam a ribeira do Odearce.
Das entidades convidadas estiveram presentes a AMBAAL, o NERBE, a Associação Agricultores, a CMMoura, a Cooperativa Agricola e Adega Cooperativa de Vidigueira, sendo notada a ausencia do Turismo do Alentejo, EDAB e Governador Civil.
Coincidencia os ausentes serem todos do PS.
Deixem-nos a vossa opinião ..........
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terça-feira, 15 de setembro de 2009
quarta-feira, 29 de julho de 2009
LIDL - A grande superficie que faltava
Há muitos anos que as pessoas da Vidigueira ansiavam por uma grande superficie.
Se por um lado a defesa do pequeno comercio obrigava a alguma ponderação, hoje com os meios de transporte existentes e com a grande oferta na capital do distrito, já nos parece mais adequado, haver um hiper na Vidigueira.
Pela comodidade, pela modernidade, pela poupança, pela criação de postos de trabalho.
E o LIDL será aquele que menos mossa irá provocar no comercio local.
Deixem-nos a vossa opinião......
Se por um lado a defesa do pequeno comercio obrigava a alguma ponderação, hoje com os meios de transporte existentes e com a grande oferta na capital do distrito, já nos parece mais adequado, haver um hiper na Vidigueira.
Pela comodidade, pela modernidade, pela poupança, pela criação de postos de trabalho.
E o LIDL será aquele que menos mossa irá provocar no comercio local.
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sexta-feira, 16 de janeiro de 2009
Adega da Vidigueira investe cinco milhões

A Adega Cooperativa da Vidigueira (ACV), líder destacada da comercialização de vinhos no Baixo Alentejo, tem planeado um investimento muito significativo para melhorar a sua operação logística e reforçar a capacidade tecnológica nas áreas de prensagem e fermentação.O objectivo é assegurar “ganhos muito importantes em termos de qualidade e ampliação” do processo logístico, porque há vários anos que a adega não pode aceitar novos sócios, situação que representa “uma limitação” para os produtores daquela zona.“Nós temos que melhorar alguns aspectos internos e temos projectos em carteira. Temos falta de espaço e, por isso, fizemos a aquisição de um terreno contíguo à adega onde vamos desenvolver um projecto que visa essencialmente descongestionar as áreas de engarrafamento e de armazenagem para permitir uma operação logística mais fácil”, explica ao “CA” o presidente da ACV, Galante de Carvalho.No total, está previsto um investimento na ordem dos cinco milhões de euros que se traduzirá em “ganhos muito importantes em termos de qualidade e ampliação da operação”.
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